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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A Mulher por luis gustavo

A Mulher Conquistando os Séculos A mulher vai à luta esse é o título dado à mulher nos anos de 1936 a 1960, nessa época a mulher conquistou seus direitos na sociedade através de grandes lutas. Podemos ver algumas fotografias e histórias dessa época nos livros da sala de leitura, enfatizando esse assunto destaca-se o fotógrafo da vida urbana Augusto Malta que participa dando sua contribuição no tocante a história da mulher no livro “Século XX A Mulher Conquista o Brasil”, disponível no acervo da sala de leitura, nesse livro é retratado o direito ao voto feminino e a mulher em combate na guerra e sua evolução como um todo. No tocante a sua participação no exército às mulheres apenas podiam servir como enfermeira, hoje vemos que elas podem alcançar o posto mais alto por conta de sua luta desde os séculos passados. As mulheres hoje foram conquistando muitos direitos tais como: ser uma cidadã respeitada e ouvida através de seu voto, tendo hoje livre arbítrio de sua carreira profissional. Deixo como dica para ampliar o conhecimento sobre o tema tratado a exposição “A Mulher Através do Século”, exposta na Pinacoteca de São Paulo de 25/02/2013 à 30/03/2013. Aluno: Luis Gustavo Rodrigues Pinhas. 7ªB/ 6ºB. Período da Tarde.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Matéria Tiradentes por Luis Gustavo

O dia de sua execução, 21 de abril, é feriado nacional.
Tiradentes pode ser considerado um herói nacional!
Tiradentes, nasceu, Joaquim da Silva Xavier, em 12 de novembro de 1746, em uma fazenda do Pombal (agora município de Ritápolis). Era o quarto de nove filhos, de um português e uma brasileira. Com o falecimento precoce dos pais, sua família perdeu propriedades, por dívidas. Não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um primo , que era cirurgião dentista.                                                                                                                                                                                 
Foi criado em Vila Rica, trabalhou como, mascate e minerador, tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, dedicou-se tambèm às práticas farmacêuticas e ao exercício de profissão de dentista, daí vem o apelido de Tiradentes. Mais tarde com o que aprendeu no trabalho de mineração. Tornou-se técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos, trabalhou para o governo no reconhecimento e levantamento do sertão sudestino. Tiradentes também foi alferes, fazendo parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais.             
Junto com vários integrantes da aristocracia mineira, entre eles padres, tenentes, coronéis, poetas e advogados, começou a fazer parte do movimento Inconfidente, cujo objetivo principal era a autonomia da província das Minas Gerais.                                                                                                                                                                 Os principais planos dos  inconfidentes eram: estabelecer um governo republicano independente de Portugal, uma universidade em Vila Rica e fazer de São João del-Rei a capital. Seu primeiro presidente seria, durante três anos, Tomás António Gonzaga, após o qual haveria eleições. Nessa república não haveria exército, toda a população deveria usar armas, e formar uma milícia quando necessária.

Após ser delatado por Joaquim Silvério dos Reis (que fazia parte do movimento), o movimento foi descoberto e interrompido pelas tropas oficiais.                                                                                                                                                                                             A princípio negando sua participação, posteriormente Tirandentes, foi o único a assumir toda a responsabiladade pela "inconfidência", inocentando seus companheiros. Em 10 de maio de 1789, foi preso. Com os todos inconfidentes presos, aguardaram durante três anos pela finalização do processo.  No dia 18 de abril de 1792, foi proferida a sentença dos cinco réus padres. E no dia 19, dos demais conjurados, alguns foram condenados à morte e outros ao degredo; algumas horas depois, por car carta de clemância de D. Maria I, todas as sentenças foram alteradas para degredo (exílio ou desterro), à exceção apenas para Tiradentes, que continou condenado à pena capital, mas não por morte cruel como previam as Ordenanças do Reino: Tiradentes foi enforcado.
Os réus foram sentenciados pelo crime de "lesa-majestade".
Por ter sido o único a assumir a responsabilidade, em parte, provavelmente, por ser o inconfidente de posição social mais baixa, haja visto que todos os outros ou eram mais ricos, ou detinham patente militar superior. Por esse mesmo motivo é que se cogita que Tiradentes seria um dos poucos inconfidentes que não era tido como maçom.

E assim, numa manhã de sábado, 21 de abril de 1792, Tiradentes percorreu em procissão as ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro, no trajeto entre a cadeia pública e onde fora armado o patíbulo. O laço da forca no pescoço e a ponta da corda segura pelo carrasco, e quase abraçado ao condenado, Frei Penaforte reza com ele. Descalço, com o cabelo todo raspado e sem barba, vestido com uma camisola branca, Tiradentes seguia de Cabeça erguida, porte erecto, e passo firme a marcha para a forca, construída no Lago da Lampadosa (Atual Praça Tiradentes) onde Tiradentes foi enforcado. Sua cabeça foi erguida em um poste em Vila Rica, tendo sido rapidamente cooptada e nunca mais localizada; os demais restos mortais foram ao longo do Caminho Novo.
 

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E.E Mario Manuel Dantas de Aquino

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